quinta-feira, 17 de maio de 2018

[Mudando de Assunto] Whiplash – Em busca da perfeição


Título Original: Whiplash 

Direção: Damien Chazelle 

Ano Lançamento: 08 de Janeiro de 2015 

Duração: 01h47min 

Elenco: Miles Teller, J.K. Simmons, Paul Reiser, Melissa Benoist e Jayson Blair 

Gênero: Drama, Musical 

Origem: Estados Unidos 

O solitário Andrew (Miles Teller) é um jovem baterista que sonha em ser o melhor de sua geração e marcar seu nome na música americana como fez Buddy Rich, seu maior ídolo na bateria. Após chamar a atenção do reverenciado e impiedoso mestre do jazz Terence Fletcher (JK Simmons), Andrew entra para a orquestra principal do conservatório de Shaffer, a melhor escola de música dos Estados Unidos. Entretanto, a convivência com o abusivo maestro fará Andrew transformar seu sonho em obsessão, fazendo de tudo para chegar a um novo nível como músico, mesmo que isso coloque em risco seus relacionamentos com sua namorada e sua saúde física e mental. 


Impressões: 

Saudações cinematográficas queridos Travellers, tudo bem com vocês? Espero que sim! Final de semana chegando, que tal uma dica de filme para curtir e poder relaxar? 

No post de hoje, vamos falar do filme vencedor do Globo de Ouro e Oscar, “Whiplash – Em busca da perfeição”. Um filme intenso e motivacional do começo ao fim. 


O longa está disponível no catálogo da Netflix. Whiplash vai mostrar toda árdua jornada do jovem estudante de bateria, Andrew Neiman, do qual estuda no melhor conservatório dos Estados Unidos, tendo como o único objetivo de ser o melhor baterista de jazz, tendo como ídolo o músico Buddy Rich. 

Outro personagem importante e ao mesmo impactante, do qual faz toda diferença na vida de Andrew, é o professor do conservatório, Terence Fletcher, extremamente exigente com seus alunos, chegando ao extremo em humilhar os músicos da banda e até mesmo usar da violência física. 


A banda do conservatório está ensaiando duas músicas para uma apresentação, “Whiplash e Caravan” músicas do grande baterista Buddy Rich. Essas duas canções são ensaiadas exaustivamente nas mãos do professor Fletcher. Exigindo perfeição, dedicação e disciplina dos seus alunos. 

O longa recebeu elogiosas críticas da mídia especializada, o sucesso foi tamanho que “Whiplash – Em busca da perfeição” levou o Globo de Ouro na categoria de melhor ator coadjuvante, J.K. Simmons levou o prêmio. Oscar em três categorias, melhor ator secundário, melhor montagem e melhor mixagem de som. 

Um destaque que merece ser mencionado é toda ambientação e fotografia, mostrando o mundo da música nos bares noturnos de Nova Iorque e toda jornada de um músico para alcançar o estrelato. 


O roteiro é bem simples, porém instigante, deixando o espectador virado em todo o desenrolar da luta do jovem baterista para conseguir o devido reconhecimento do seu professor linha dura. 

Diálogos são fluídos e intensos, uma carga emocional bem forte entre os personagens principais do longa, o dinamismo é outro ponto do filme que merece o total reconhecimento e respeito. 

Uma rápida curiosidade, o filme possui traços autobiográficos no roteiro feito pelo diretor, em sua juventude ele foi um estudante de bateria e sofreu com um professor “carrasco”. 

J.K. Simmons mostra o motivo de ter levado dois importantes prêmios do cinema mundial. Uma interpretação rica em realismo de uma pessoa dura e rigorosa com os seus alunos, frieza no olhar e sem nenhum sentimento demonstrado em sua interpretação. 


Um filme completo em todos os sentidos, mostrando o sacrifício de uma pessoa em busca do seu sonho e objetivo de vida. Se vale a pena? Sem sombra de dúvidas! 

Travellers, espero que vocês tenham gostado da nossa dica de filme, não esqueçam de comentar, curtir e compartilhar.


terça-feira, 15 de maio de 2018

[Primeiras Impressões] Veleiro Garça Azul, o lado duro da vela

Saudações literárias, queridos Travellers. Tudo bem com vocês? Espero que sim. Hoje vamos falar das primeiras impressões do livro; "Veleiro Garça Azul, o lado duro da vela", do autor Fernando P. Kuhlmann. 

A HISTÓRIA

A obra "Veleiro Garça Azul, o lado duro da vela" se constitui de um apanhado de seis histórias sobre fatos reais vividos pelo autor e a prática do esporte de sua paixão, o iatismo oceânico. Descreve suas experiências como narrador de uma obra literária e detalha o surgimento do interesse pelo iatismo no seu prefácio. Lá se encontra, de forma descontraída e interessante, o glossário de termos náuticos, expressões específicas estranha ao público não especializado e fundamental no enredo dos acontecimentos. No primeiro episódio o solitário navegador é surpreendido por atroz tempestade com a qual peleja horas a fio até o final de suas forças. A luta tem um desenlace surpreendente produzido pelas forças da natureza que o desafiam. No segundo relato vemos a deliciosa velejada de fim de semana prolongado evoluir até a inconveniência surgida com a alteração dos elementos naturais criar o cenário e oportunidade para o insólito e o incompreensível. Uma maratona de manobras e contra manobras são exigidas na atracação mais desastrada relatada no terceiro capítulo, explicitando o inesperado e desafiador que o mar reserva para seus navegantes. O mais longo e intrigante dos relatos se segue sobre a escala que a nau faz em Búzios na costa norte do Rio de Janeiro em sua jornada até a Bahia, em plena copa do mundo de 1994. Eventos de tirar o fôlego são vividos por uma tripulação incomum em meio ao caos desesperador. A mais comovente história do livro é a sua penúltima. Se passa no retorno do veleiro ao porto de partida após longo período em águas nordestinas. O relato versa sobre as peripécias e tormentas que enfrentam os vários tripulantes a suportar a jornada fatídica. O epílogo do livro traz o barco em suas primeiras navegadas e seus tripulantes inexperientes a se defrontarem com o mar e toda sua imensidão como testemunha da insegurança e sanha com recordações interessantes e jocosas. Boa leitura.

MINHAS PRIMEIRAS IMPRESSÕES

Kuhlmann narra de forma única toda sua aventura e paixão pelo iatismo oceânico, no início da obra, o autor conta de forma breve sua paixão pelo iatismo e o começo da aventura para construir o "Garça Azul". 

A obra contém seis histórias narradas em uma espécie de diário de bordo, deixando o leitor mais próximos de suas aventuras em alto mar. Uma dica! O autor utiliza muitos termos técnicos que é utilizado pelos praticantes de veleiros. Vale um tempinho para pesquisar esses termos e gírias na internet, para não ficar boiando durante à leitura. 

O livro contém uma boa diagramação, possuindo cerca de 80 páginas, uma leitura rápida e tranquila. 

Até o momento, estou na página 43 e gostando muito! Conhecendo sobre esse esporte náutico e seus lados bons e ruins.

Bom, é isso aí Travellers. Espero que vocês tenham gostado do post, não esqueçam de curtir, comentar e compartilhar. 






sábado, 12 de maio de 2018

[Resenha] As Crônicas do Amanhecer - O Ninho Envenenado #1


Autor: R. Silva
Páginas: 195
Editora: Independente

Sinopse: Após séculos de paz, uma traição traz caos ao Império. A divisão da dinastia dos Scliros inicia uma guerra por poder, vingança e riqueza, da qual nem todos sairão vivos.


O Império está em guerra, uma batalha entre dois irmãos que já dura anos, finalmente chegará ao fim com a rendição de uma das partes. Ou será que não? Depois de uma traição, o império volta a se dividir e uma guerra por poder e vingança se inicia.

Depois de um verdadeiro massacre, João Scliros precisa enfrentar grandes obstáculos e duras batalhas para sobreviver e vingar a morte de seu pai e seu irmão. Para isso, ele conta com a ajuda de seu fiel escudeiro e treinador, Dom Eduardo, um experiente cavaleiro, que obteve grandes vitórias nas batalhas enfrentadas pelo império.

Nessa caminhada, eles terão que lutar para sobreviver e encontrarão ajuda, mas em que confiar? Quem são os traidores?


Para quem gosta de cavaleiros, lordes, guerras, batalhas sangrentas, uma luta constante pelo poder, vingança e páginas, e mais páginas de uma fantasia incrivelmente instigante, precisa conhecer O Ninho Envenenado, primeiro livro das Crônicas do Amanhecer.

Já não é segredo pra ninguém, que meu gênero preferido é fantasia e a pouco tempo descobri uma paixão por literatura fantástica medieval. O Ninho Envenenado, em poucas páginas, aumentou ainda mais o meu amor pelo gênero e, mais uma vez, estou extremamente feliz e agradecida por ser um livro nacional.

Em O Ninho Envenenado as coisas acontecem muito rápido. Alguém está andando tranquilamente até o seu destino, parece que nada vai acontecer e de repente já tem sangue para um lado, membros para o outro, cabeças rolando (e é assim que eu gosto, diga-se de passagem hahaha). Porém, o que eu quero dizer, é que não da tempo de sentir tédio com uma narrativa mais longa, tudo é instigante e o autor nos conduz até o finalmente facilmente.

Falando em final... QUE FINAL FOI ESSE??? Digno de uma cena dramática de filme! Já quero o segundo livro e espero ter a oportunidade de ler o mais rápido possível!


Eu sei que é inevitável fazer comparações com outras grandiosas histórias do gênero, como Game Of Thrones, mas essa ambientação e a fantasia em si, principalmente, tem uma fonte inesgotável de novos caminhos, personagens e histórias, e acaba que as semelhanças ou diferenças não importam nenhum pouco, afinal é um mundo tão mágico, que é impossível não se apaixonar, se apegar aos personagens ou ter um mix de emoções.

Alguma dúvida sobre a nota? Lógico que não, né?
Recomendadíssimo para quem gosta do gênero, para quem quer explorar novas histórias e para quem ama um excelente livro nacional!

Vocês já conheciam o autor ou o livro? Gostam do gênero? Me indiquem mais livros como esse, vou amar conhecer mais histórias!

Beijos!

segunda-feira, 7 de maio de 2018

Revista Conexão Literatura - 35ª Edição

Travellers! Saudações literárias, tudo bem com vocês? Hoje vamos falar de mais uma edição incrível da Revista Conexão Literatura, com destaque para incrível entrevista com o filósofo, educador, escritor e palestrante, Mario Sergio Cortella. Saiba um pouco mais no editorial. 


Trazemos nesta edição o grande filósofo, escritor, educador, palestrante e professor universitário Mario Sergio Cortella, conhecido por suas questões sociais ligadas à filosofia na sociedade e autor de vários livros, como "A sorte segue a coragem", "Por que fazemos o que fazemos?", "Pensar bem nos faz bem" e "Não nascemos prontos". Confira entrevista exclusiva que ele cedeu para a nossa revista.

E mantendo o ritmo da edição anterior, confira as novas indicações de livros na Livraria Conexão Literatura, assim como resenhas dos colunistas Eudes Cruz e Rafael Botter, contos das autoras Míriam Santiago e Cecília Torres Nogueira, entrevistas com os escritores Francisco J. S. A. Luís, Sandrine Saraiva, Marcos DeBrito, José M. S. Freire, Lycio Vellozo Ribas, Viviane Santyago, Raymundo Monteiro e John Z.

Editor ou autor, não fique de fora: para participar ou anunciar em nossa próxima edição de nº 36 (junho, 2018), acesse a página em nosso site: http://www.revistaconexaoliteratura.com.br/p/midia-kit.html


quinta-feira, 3 de maio de 2018

[Mudando de Assunto] Banda Blixten

Saudações musicais! Tudo bem com vocês, queridos Travellers? Espero que sim, hoje não vamos falar de filmes, séries e nem de literatura. Hora de aumentar o som e apertar o play, hoje é dia de música! Vamos conhecer um pouco mais da Banda Blixten?

Com influências do Iron Maiden, Twisted Sister e Anthrax. Blixten tem uma sonoridade ímpar, mostrando o melhor do Heavy Metal, mais especificamente aquele som dos anos 80/90. A banda existe desde 2014 e tendo participações em vários shows e festivais do interior Paulista e inclusive na grande São Paulo. 


De Araraquara para o Mundo! Em seu currículo, Blixten possui um cd intitulado "Stay Heavy", com o single "Like Wild". Line up formado por Kelly (vocais), Miguel Arruda (guitarra), Aron Marmorato (baixo) e Murilo Deriggi (bateria). Você pode encontrar o trabalho da banda em todas as plataformas digitais. Ah! Mas não para por aí! Vamos falar um pouco mais da banda. 

Não sou um expert em musica e nem crítico musical, mas notei uma sintonia e originalidade da Blixten o som que eles fazem é de tremer o chão, eles conseguem trazer toda aquela excelência do metal para os dias de hoje. Mostram que o bom e velho heavy metal permanece atual e viciante.

 
Outro fator importante da Blixten é mostrar o poder feminino, Kelly mostra toda sua agressividade nos vocais e sintonia com o público em seus shows. Você pode conferir o clipe de "Like Wild" logo em seguida. 


É isso aí Travellers, ficando por aqui e não esqueçam de aumentar o som quando forem ouvir Blixten, pois eles são demais! Não esqueçam de curtir, compartilhar e comentar.

Até a próxima!